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O estudo das marchinhas carnavalescas para o aprimoramento da prática da leitura e escrita

O Carnaval é uma data comemorativa muito rica para ser explorada. Anualmente trabalhamos esta data como ferramenta pedagógica com a apresentação das marchinhas, suas respectivas letras e finalizando com o tradicional Baile de Carnaval.

Este ano os estudantes do 4º ano tiveram a oportunidade de vivenciar intensamente este período, atrelando aos conteúdos conceituais e procedimentais trabalhados em sala. Com o objetivo de desenvolver a  leitura interpretativa e contextualizada e aprimorar a prática da escrita.

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Mas, afinal, como esta sequência didática se desenvolveu?

As Marchinhas carnavalescas surgiram no início do século passado e trazem extensos vocabulários e expressões pouco utilizadas hoje em dia. Por este ângulo foi proposto a turma para que em duplas que pesquisassem letras de músicas, no laboratório de informática, e que buscassem informações em dicionários e dicionário online para então escolher as marchinhas com a preocupação que fossem adequadas para o ambiente escolar.

O 4º ano então passou a limpo as músicas digitando em letra bastão para que todos da escola tivessem acesso a leitura, especialmente os pequenos do 1º ano.

Com esta parte finalizada, iniciaram os estudos dos autores das marchinhas e as datas de criação. A proposta era ler a biografia para poder explicar aos demais colegas na roda de conversa. E tiveram surpresas interessantes, uma delas foi descobrir que a primeira música considerada Marchinha Carnavalesca foi composta por Chiquinha Gonzaga.

Após a escolha da letra, e conhecer a biografia dos criadores da marchinha e as datas de criação, todos ficaram curiosos para escutar o ritmo da marchinha fruto do estudo e validar sua escolha.

Com todo esse conhecimento adquirido sobre as expressões e vocabulários e a história de cada música, começou então a confecção dos cartazes com a letra da música impressa e os desenhos contextualizando as marchinhas.

Mas isso não era tudo, chegava a hora deles criarem sua própria marchinha, entre muitas sugestões e hipóteses, finalmente escolheram como base a Marchinha “Mamãe eu quero” e em um texto coletivo  todos deram suas contribuições, preocupando-se com as rimas e arranjos criaram:  “Caminhar eu quero”, homenageando a escola.

Agora chegou o momento de mostrar aos colegas e familiares tudo o que aprenderam e criaram, com a exposição dos cartazes e a apresentação da Marchinha cantada por eles, em uma única apresentação, no dia do Baile.

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Ô ABRE ALAS QUE ELES QUEREM PASSAR !!!

Tenho certeza que eles nunca mais verão o Carnaval da mesma maneira…

Professora Juliana Lacalle