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Palavra da Coordenação

O mês de Agosto é enigmático para muitos. Talvez por ser o mais longo do ano, sem feriados, muitos o associam com um período pouco agradável. E na escola isso não é diferente! Principalmente por se tratar de um mês no qual encerramos o segundo trimestre, e fica mais próximo o encerramento do período letivo.

Dessa forma todos nós nos sentimos pressionados. Alunos, professores e pais buscam cumprir com o que se propuseram e se não tivermos certa paciência e equilíbrio, acabamos nos deixando envolver pelas preocupações e pela ansiedade.

Por isso, esse é um momento que exige foco nas metas e expectativas que traçamos lá no início do ano. Dentro da escola, durante todo ano, estabelecemos com professores e alunos estratégias para que esses aspectos sejam sempre privilegiados e avaliados. Ainda assim, existem alguns alunos, que por diversas questões, acabam por ter que cumprir num período mais curto aquilo que foi determinado para o ano, e precisam de um suporte assertivo para que possam alcançar os objetivos que foram propostos.

Dentro dessa perspectiva, muitas vezes é preciso da intervenção dos pais para que essa ajuda seja completa.

Nas reuniões individuais e coletivas os professores informam e orientam cada um sobre o que é possível ser feito, considerando a faixa etária e o potencial individual de cada um. É comum, em alguns momentos, que o aluno apresente comportamentos diferentes na escola e em casa, justamente buscando facilitar a superação das dificuldades, com o apoio dos adultos.

Isso não deve ser encarado de forma negativa, desde que o apoio esteja adequado a real dificuldade do aluno. E esse ponto exato só pode ser definido quando família e escola trabalham em parceria, isto é, estabelecendo o nível adequado entre o que o aluno precisa de intervenção e onde ele pode caminhar sozinho.

Infelizmente, o mundo em que vivemos cheio de cobranças exacerbadas de todos os lados, tem causado situações extremas nesse aspecto. Ou deixamos livre demais por conta da correria diária, ou cuidamos de forma exagerada, não deixando que o aluno haja com autonomia.

Esse conflito se fez presente nas reuniões de transição, que aconteceram neste mês. Todos nós pais buscamos fazer o melhor para nossos filhos e para tanto precisamos ser muito reflexivos e estar abertos a conhecê-los melhor em cada ambiente em que estão inseridos.

Somente assim podemos oferecer um apoio assertivo para cada etapa e situação, sem sufocar essa fase na qual a maior ânsia das crianças e jovens é poder ser protagonistas de suas vivências.

Aqui no Colégio, procuramos estabelecer essa parceria através da proximidade e da escuta das famílias o que para nós é possível e essencial para que possamos contribuir para a formação de crianças e jovens confiantes e responsáveis.

Deixo uma indicação de um vídeo, que trata esse assunto de forma bem pontual, mas que estou certa que serve de norte para nós todos nesse processo.

Sobre o Autor
Katia Zavanella Diretora pedagógica, formada em educação física e pedagogia.

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